Amor de Primavera ou Desejos de Verão?

Todo Relaconamento Começa e Termina no “Conhecer”…

1°- Primeira Vista: -Oi Quero Te “CONHECER”
2° -Depois de Uns dias:-“GOSTO” Muito de Você Querido(a)
3°- Depois de Uns Amassos:- “TE ADORO”Sabia!-
4°- Primeiros Meses de Namoro:- Eu “TE AMO”” Meu Amor-
5°- Primeiros anos de Convivência:- Amor, Eu “TE ADORO” demais-
6° Depois do Término do Namoro:- Querido(a) a gente tá terminando, mas saiba que eu”GOSTO” muito de você-
7° Quando seu amigo(a) fala nossa que lindo(a) aquele(a) garoto(a) você diz:-
Ah! Eu “CONHEÇO” já fiquei com ele(a)…

Na maioria dos casos as pessoas si, “Conhecem”, si  “gostam”, si “adoram”, depois si “amam”, e quando o relacionamento vai esfriando, dizem que si “adoram”, continuam si “gostando” e no fim viram apenas “conhecidos”…
Por isso pense bem antes de imaginar um “Felizes Para Sempre”.
Pode até acontecer de você encontrar sua alma gêmea, mas no mundo de hj em que vivemos, tah muito difícil de encontrar seu “par perfeito”

Eh o q eu axo…

                                    “Klewmyr Khstrw”

Publicado do Klewmyr Khstrw

Palmeiras, Mais que um time, uma nação…

Faço minha as palavras de…

Mauro Beting…

O âmago Valdivia…

Valdivia,
você é ídolo do mais carente palmeirense de
todos os tempos. O “ídolo de superestimação”,
como diz o amigo Alexandre Boechat.
Você foi muito bem no SP-08. Não só por ser
campeão. Também pelo que você armou em
campo, e, também, pelas tretas que armou com
os rivais. O palmeirense amou esse espírito tanto
quanto o seu jogo de inegável qualidade técnica,
de discutível eficiência, e de indiscutível polêmica
quanto ao seu profissionalismo.
No retorno, em 2010, o Palmeiras pagou mais do
que deveria e do que poderia por você. E você
expia também por isso.
Desde então, você esteve disponível em 44% dos
jogos. Em quase todos os poucos que jogou você
esteve disposto. Ao menos mais disposto e
atento do que em algumas das tantas
recuperações por lesões. Ou nas ausências por
cartões injustificáveis.
“Chinelo chileno” é maldade.
Muitas vezes você foi um cara que quis jogo, mas
o corpo não ajudou. Como, algumas vezes, você
não ajudou o corpo. E muito menos a alma. O
“âmago”, caro mago.
Não há como cobrar você por estar fora das
finais do BR-12. No final de um Choque-Rei no
Morumbi, você dividiu uma bola com Paulo
Miranda que só os bravos têm coragem para
tanto. E você levou a pior. O Palmeiras, ainda
mais no final do campeonato, sem a sua
presença.
Em 2014, você não tinha a menor condição de
jogar a última partida contra o Atlético
Paranaense. Você tomou na veia e foi com o
sangue verde dividir bolas, multiplicar esforços, e
somar o ponto suado da permanência na Série A.
O que também tem te tirado dos jogos em 2015
tanto quanto do sério os torcedores que
acreditam em seu talento. Não mais
necessariamente em você.
Pois é… Como você já escreveu em foto carioca
de instagram.
Pois eram tantas coisas que, agora, no dia de
celebrar 100 mil mais torcedores que sócios do
Avanti!, mais se comenta o que você cobra do
diretor, da imprensa, do clube, dos torcedores, via
sem volta do TT.
Não que você (ou o seu primo que tuitou, vai
saber…) não tenham razão em muitos pontos, e
emoção em todos eles. Vai saber.
Mas o que sei é que um ídolo precisa contar até o
número da camisa que algumas vezes lhe caiu
bem antes de tuitar, instagrar ou mesmo estragar
um ambiente que é ótimo. Também por você ter
ficado em 2014 e ajudado demais o Palmeiras a
se manter na Série A.
Sem o seu retorno no returno do BR-14, o
Palmeiras teria curtido a terceira Segundona dos
infernos.
Você foi o que muitos palmeirenses acham que
você ainda é.
Mas eu não sei o que achar quando você se
perde em palavras, em posts, em tuítes, em
tolices.
Joga o seu jogo – que é bom.
Deixa os outros falarem, cornetarem, cobrarem,
exigirem, gozarem.
Dê um bico no vácuo. Bloqueie quem te zoa como
o meu perfil fake oficial no twitter.
Você não é fake. Faça! E fale pela bola. Bico
calado. Bola pra frente.
Você conquistou uma admiração muito além de
suas qualidades. Aproveite.
Não sinta uma lesão na parte posterior do dedo
indicador de jogar mais bafo nas redes sociais
que bola nas redes rivais.
Só você sabe o tamanho da sua dor que o impede
de ser aquilo que você conquistou no Palmeiras –
também pelo Palmeiras não ter conquistado
muitas coisas nos últimos dez anos.
Só você pode calar críticos e intrigas jogando
bola.
Eu já desconfiei de você, amei você, odiei você,
admirei o que faz, o que é. Quis sua presença,
desejei sua ausência, sonhei com a volta, tive
pesadelo com meu pensamento. Queria ver suas
partidas eternas, queria ver a sua partida
definitiva do clube. Já quis ver Valdivia com a 10
nas costas, já quis ver Valdivia pelas costas, já
dei de ombros, de costas. Torci pela União dos
Emirados, queria ver mais diárias na Disney, mais
vezes você em campo, menos vezes no DM, mais
vozes berrando pelo chileno, menos vozes
urrando pelo chinelo.
Você representa tudo que é um torcedor. De besta
a bestial, de genial a jeguial. De dez a zero.
Mas você não é maior que a camisa que veste.
Ainda mais a dez. A divina. A de Ademir. Ademir
que nos dá Guia das Academias.
Mesmo se fosse oito, 100, 171, qualquer número,
você ainda seria mais um nome. Um bom nome
de nossa história.
Mas o Palmeiras não é de Valdivia. Não é de
Paulo Nobre. De Alexandre Mattos. Da Crefisa,
FAM, Adidas, Allianz, WTorre.
O Palmeiras não é nosso. É dos palmeirenses.
Como era o seu time no Chile. Como será o seu
novo clube se você não entender que você é o
camisa 10 alviverde. Mas não é o único.
Se você puder ser o jogador que você pode ser.
Se você quiser ser o jogador que a torcida acha
que você é. Se você conseguir ser o craque que
você tem certeza que você é, a casa é sua. Entre
e jogue à vontade.
Mas a arquibancada é nossa. Jogue e se jogue
por ela.
Caso contrário, a casa cai. Não jogue nas coxas.
Jogue.
Sei que só você sabe as suas dores.
Mas não venha achar que o Palmeiras e o
palmeirense não sabe quem joga por amor. Né,
Wesley?
Você já deu muito e tantas vezes não conseguiu
dar mais por sentir lesão ou por não saber que
existe cartão amarelo e cartão vermelho na regra
do jogo.
Se você sentiu a coxa, saiba que o palmeirense
sente ainda mais o coração.
E ele não recebe pra isso. Ele paga por isso.
Paga para ver um jogador se dar e doar.
Paga por algo que não tem preço, Valdivia. Não
tem contrato por produtividade. Tem um acerto
tático por paixão. E que acerto que é ser
palmeirense. E que erro é sentir a fratura com o
palmeirense.
Responda pela bola, Valdivia.
Responda na boa, Jorgito.
Você só tem a ganhar.
A torcida ainda está com você, ainda que
algumas vezes você pareça não estar nem aí.
O que o palmeirense quer é que já que você – e
ninguém – jogou a bola de Ademir, que ao menos
você jogue com o respeito – e com o silêncio –
do Divino.
Amém.